GSN Brasil

Novos passos. Novos rumos!

9 de outubro de 2009 2 comments »

Conheço várias empresas que não conseguem obter melhores resultados, porque muitos de seus colaboradores não estão realizados, felizes e comprometidos. Todo investimento que a diretoria faz para conquistar mais clientes escorre pelo ralo no instante em que um colaborador insatisfeito, chateado, mal humorado ou infeliz resolve descontar no cliente (interno ou externo) todas as suas mágoas e dissabores.

Sei que em alguns dias, dormimos mal, temos pesadelos, acordamos com o pé esquerdo, mas nada justifica desperdiçarmos diariamente as oportunidades que temos para atender e conquistar mais clientes – os eleitores de nosso sucesso.

A idéia desse artigo é fazer com que você se prepare para melhor atender e servir aos seus clientes, a partir do momento em que acorda. O desafio aqui não é somente você conquistar mais clientes, mas conquistar definitivamente o seu dia, pois ele é um presente e uma oportunidade de um novo amanhã.

1- Abra os olhos – Quando você acorda, abre os olhos? Ótimo! Então, acorde para a vida também. Nenhuma empresa ou vendedor obterá sucesso sem clientes. Assim como oportunidades, os clientes estão por toda a parte. Para você ter clientes potenciais é preciso desenvolver o potencial de enxergar os clientes e seus desejos.

2- Levante-se – Você não obterá sucesso algum deitado em sua cama. Então, levante-se, agradeça a Deus por mais um dia de vida, ainda que você tenha que encarar trânsito, frio, calor, um chefe chato, fome, reuniões intermináveis… Mas, ao se levantar, respire fundo, estique os braços, encha o peito, abra a janela e decida que hoje é o dia da virada.

3- Faça a diferença – Não abra a porta de seu quarto, enquanto estiver reclamando da vida. Seus clientes não querem saber de seus problemas. Eles já têm os deles. A diferença é que você pode ganhar muito mais resolvendo os problemas de seus clientes e tornando-os felizes. Entusiasmo significa ter Deus dentro de si. Cultive-o a cada manhã, afinal, a LUZ dos teus olhos iluminará o teu caminho.

4- Elogie seu espelho – Não importa quão feio, desarrumado, gordo, magro, careca, fracassado você pareça, ou acredita que esteja. Uma auto-imagem positiva é o primeiro passo para elevar sua auto-estima. Como você espera que os clientes te aprovem se nem você aprova a si mesmo? Quer melhorar sua imagem? Comece por um elogio a si mesmo.

5- Arrume-se para os seus clientes – Você não precisa usar roupas caras para estar bem vestido. Se você não é capaz de cuidar de si mesmo, como cuidará de seu cliente? Então, capriche e invista mais em sua imagem. Sua vestimenta sinaliza o respeito que você tem por seu cliente.

6- O cliente faz parte da família – Você faz o café de seus filhos com carinho, certo? Ótimo! Você quer vê-los felizes, bem alimentados e tratados. Se você dedicar a máxima atenção, atendimento excelente e cuidados especiais aos seus clientes, eles serão seus futuros fãs, sua futura FÃmília. Atendimento excelente é a arte da atenção!

7- Nunca pare de aprender – Você exige notas boas no boletim de seu filho. Mas quando foi a última vez que leu um livro, fez uma assinatura de revista especializada, um curso de graduação ou treinamento? Quando você desenvolve mais competência, investe no conteúdo. Os clientes buscam especialistas. Invista em seu capital intelectual.

8- A rua é seu lar – Enquanto você estiver sentado esperando seus clientes, seus concorrentes estão correndo uma maratona com a velocidade de cem metros rasos. Vendas e clientes só se conquistam na rua. É no campo que você ganhará suas maiores batalhas. Então, compre um par de sapatos novos e vá até seus clientes. Quem espera, NUNCA ALCANÇA! A Espera que ALCANÇA é a ESPERANÇA! Se você for para o seu trabalho sem ela já estará derrotado.

Enfim, sua vida profissional também é resultado de seus pensamentos, sentimentos e atitudes. Quer conquistar mais clientes? Comece conquistando sua manhã, conquistando seu dia. Cultive pensamentos positivos, vigie seus sentimentos e abandone emoções, hábitos e atitudes negativas. Ajude mais às pessoas, promova o bem e aprenda de uma vez por todas que você está aqui para servir. Uma hora, a vida te retribuirá não só com mais clientes, como fãs e uma FÃmília feliz. Daí, você terá cada vez mais motivos para acordar mais feliz e realizado. Quer novos rumos? Adote novos passos e atitudes.

Marcos Sousa

IMPERIAL LIBERADA

28 de setembro de 2009 No comments »

 

Finalmente foi liberada após meses de testes no mercado a nova central de alarme da Paradox a V32 Imperial.

Alías chamá-la de central de alarme é diminuir a importância do sistema que ela representa. Já que é uma central que de maneira conjunta, mas independente controla 3 áreas muito importantes para grandes e mais exigentes instalações. Aqui você encontra Segurança, Controle de Acesso e Automação Residencial.

Veja alguns números do sistema:

  • 384 Zonas de Alarme
  • 32 Partições
  • 999 Usuários de Segurança
  • 64 Portas de Controle de Acesso
  • 512 Módulos de Automação Residencial

Tudo controlado por um sistema único, mas com a vantagem de possuir uma linha independente por função.

Entre em Contato com a GSN e Confira!!!

A regularidade é irregular

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De acordo com o dicionário Aurélio, a palavra crise significa uma manifestação violenta e repentina de ruptura do equilíbrio; um estado de dúvidas e de incertezas; uma fase difícil e grave na evolução das coisas, dos fatos, das idéias; momento perigoso ou decisivo; estado de tensão e/ou de conflito; escassez de mão-de-obra; escassez de oferta; ponto de transição entre um período de prosperidade e outro de depressão; etc. Sem dúvida, trata-se de um momento em que a confortável certeza da rotina agradável cede lugar ao desconforto desagradável da incerteza.

Nós costumamos ver esses momentos de transição como algo excepcional devido à nossa tendência de simplificar a vida em busca de uma confortável rotina, já que à medida que ficamos mais velhos, percebemos que a vida fica mais fácil, agradável e menos estressante quando ela é previsível. Em grande medida, é por isso que buscamos sempre identificar aquilo que não muda de uma coisa para outra, achando que elas são eternas. Devido a essa nossa tendência de sempre querer eternizar os bons momentos acabamos por ver o período de transição como algo irregular dentro de um processo regular.

A questão é que a irregularidade não é uma mera imperfeição em algo ideal ou apenas um detalhe num plano mais amplo. Mas, algo que integra a própria essência da matéria e da própria vida. O que caracteriza a natureza é a impermanência dos fenômenos a qual se manifesta através do processo de transmutação, produzindo transformações cíclicas constantes e permanentes. E todo ciclo, seja ele de que natureza for, é um fenômeno como outro qualquer e, portanto resultante de uma complexa e ampla rede de causas que se manifesta sob determinadas condições e se transforma num novo ciclo quando essas condições se modificam ou cessam.

Dessa forma, como tudo neste mundo é impermanente, ao surgir um novo ciclo, necessariamente, ele já tem de trazer no seu bojo a semente da sua própria autodestruição e transformação. De outra forma ele seria eterno e contrário à própria natureza. É por isso que no código genético de todos os fenômenos já vem escrito todo o processo da curva de vida do ciclo. Até as estrelas nascem, crescem e morrem. Crises financeiras existem desde que o atual sistema financeiro nasceu por volta do século XVII. De lá para cá já foram mais de 300, uma por década, em média. Apesar disso, sempre ficamos surpresos quando uma crise ou mudança de ciclo nos afeta achando que se trata de uma anormalidade.

Mas, como a natureza é toda feita de ciclos, então os momentos de transição ou de ‘crises’ são parte essencial da natureza. Por outro lado, quando um ciclo termina, terminou. Não há nada o que se possa fazer para ressuscitá-lo. E, se ele foi bom ou ruim, isso também é irrelevante. Ele é passado e não se pode mudar o passado. Ele é o que é. Mas, o fenômeno dos ciclos é um espetáculo magnífico da natureza já que o fim de um ciclo significa necessariamente o início de outro. E o mais importante é sempre o ciclo novo que está começando, porque ele é presente e, portanto, nele se pode agir e fazer, quem sabe, até mesmo a obra prima de nossas vidas. A sabedoria no caso é perceber quando um ciclo está terminando ou terminou e se preparar da melhor maneira possível para o outro ciclo que está começando.

A única coisa que não se pode fazer, seja por omissão, comodismo, negligência, desleixo, medo, etc. é ficar tentando empurrar o fim do ciclo que terminou ‘com a barriga’, porque isso só produz frustrações para todas as partes envolvidas. Quando um ciclo termina, não há alternativa: a gente vai ter de aceitar a mudança, sim ou sim. A única questão é saber se nós vamos ser os agentes da mudança ou se ela vai se dar compulsoriamente. Por outro lado, gostemos ou não, vamos ter de aprender a conviver com ciclos cada vez mais curtos e consequentemente, com as ‘crises’ geradas pelos momentos de transição que chegarão cada vez mais rapidamente em ondas sucessivas de comprimento também cada vez menor.

Alvin Toffler em seu ‘antigo’ livro ‘O Choque do Futuro’ apresentou os primeiros exemplos da rapidez crescente e sem precedentes da vida quotidiana moderna. Viajamos mais e mais rápido; mudamo-nos com mais frequência para novas residên­cias que são construídas e demolidas mais rapidamente; entramos em contato com mais pessoas e temos relacionamentos mais curtos com elas; no supermercado, na concessionária de automóveis e no shopping center, nos deparamos com uma série de escolhas entre estilos e produtos que eram desconhecidos no ano anterior e que provavelmente estarão obsoletos ou serão esquecidos no ano seguinte; novidade, transitoriedade, diversidade e aceleração são considerados a melhor descrição da existência civilizada. Antes não era assim. O homem aprendeu a andar a cavalo, mas só depois de mil anos ele descobriu a roda e inventou a carroça.

Hoje as transformações tecnológicas são muito radicais (tipo Tsunami) e ocorrem com uma freqüência e rapidez inimaginável. No passado, o homem podia se amparar confortavelmente no aprimoramento evolutivo das experiên­cias já vivenciadas para sobreviver porque as transformações se davam lenta e sutil­mente. E mais importante: eram seqüenciais e evolutivas. Feliz ou infelizmente, a maioria dessas transformações que estão se dando hoje não são mais sequenciais e tampouco evolutivas, mas revoluteantes. Assim elas não permitem ao homem utilizar-se do aprimoramento das experiências anteriores para lidar com elas. No ‘longínquo’ 1962, o americano Thomas Kuhn publicou um livro chamado ‘A estru­tura das revoluções científicas’, o qual revolucionou para sempre os dogmas, certezas e convicções da comunidade científica. Nesse livro ele afirmava que o progresso científico não estava mais se dando de modo cumulativo, ou seja, um cientista aperfeiçoando os postulados do cientista ante­rior. Mas sim, por meio de saltos qualitativos, verdadeiras revoluções, no transcorrer das quais todos os axiomas estabelecidos eram abandonados e se adotava uma nova forma de ver as coisas.

Obviamente, essas transformações radicais que estão se dando hoje acabam alterando radicalmente a relação competitiva e a própria vida das empresas. Entender o impacto profundo causado pelo aleatório em nossas vidas e na vida das nossas empresas talvez seja o maior desafio dos cientistas da atualidade. A instabilidade e a incerteza são a tônica do mundo empresarial atual e é para tentar entendê-las e adaptar-se a elas que as melhores universidades do mundo como o Instituto de Tecnologia da New York University já oferecem cadeiras na área de engenha­ria do risco; o Instituto de Tecnologia da Califórnia, Berkeley, de teoria da aleatoriedade; a London Business School, de ciência das incertezas; etc.

Em grande parte a impressionante velocidade das transformações e a voracidade da concorrência é causa e efeito, ao mesmo tempo, do impressionante crescimento da população mundial. Foram necessários dezenas de milhares de anos para o planeta terra atingir o primeiro bilhão de habitantes. Pouco mais de um século para chegar ao segundo. O terceiro veio em 1960; o quarto em 1975; o quinto em 1987; e o sexto pouco antes do ano 2000. Mantido o ritmo atual, a população mundial só vai parar de crescer por volta de 2050, quando seremos mais de 9 bilhões dividindo o mesmo espaço.

Quando o Brasil ganhou o tricampeonato mundial de futebol em 1976, o refrão do hino criado para aquele evento era: ’90 milhões em ação, pra frente Brasil, do meu coração… ’ Bem, em 2010, apenas trinta anos depois, a população mais que dobrou e por isso o hino do próximo mundial precisará mudar para: ‘200 milhões em ação… ’ E claro que essa multidão de gente está diariamente interagindo e provocando transformações econômicas e tecnológicas em busca da sobrevivência e dessa forma a concorrência acaba se espraiando por todos os lados.

Eu vejo a última crise que afetou seriamente o mundo como a ponta de um grande iceberg e apenas a primeira de uma sequência de grandes ‘ondas econômicas’ que irão nos apanhar daqui para frente. E isso irá mudar radicalmente o nosso conceito de estabilidade, de segurança, de certeza e a acabará definitivamente com o nosso conceito de ‘conforto’ pois, para sobreviver nesse novo mundo que se avizinha, vamos ter de aprender a nos familiarizar com um mundo econômico e social, incalculavelmente mais instável que a própria natureza. A irregularidade, a instabilidade, insegurança, e a incerteza serão o nome do jogo daqui para frente. E, só quem aprendeu a aprender irá conseguir se adaptar rapidamente às profundas transformações que irão impactar seriamente a vida econômica e social.

Por exemplo, a “Etiqueta Inteligente” por radiofrequência deverá aposentar o tradicional código de barras. Engenheiros japoneses, em conjunto com a BBC, já estão desenvolvendo um televisor com definição 33 vezes maior que a alta definição existente hoje. A coreana Samsung e a holandesa Philips estão lançando os primeiros televisores com imagem tridimensional. Com o uso de lasers nas três cores básicas (azul, verde e vermelho), a Mitsubishi e outras empresas desenvolveram aquela que talvez seja a TV do futuro. Com luminosidade extraordinária, suas imagens podem ser vistas à luz do dia. O Blu-ray da Sony venceu o HD-DVD da rival Toshiba numa guerra de gigantes que envolveu bilhões de dólares em P&D, mas dificilmente será utilizado como mídia de filmes que deverão ser baixados por download. E como se isso não bastasse, o disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes (10 vezes mais que o Blu-ray), é do mesmo tamanho, mais fino e custa, proporcionalmente, menos que o disco Blu-ray.

A evolução da nanotecnologia está criando um volume impressionante de novas palavras, tais como: nanochip, nanocomputador, nanorrobôs, nano-cristais, nanodesastre, nanoeletrô­nica, nanofiltros, nanomáquinas, nanomanipulação, nanomateriais, nanoterro­rismo e nanotubos. Cientistas da Universidade Harvard (EUA), criaram uma bateria (célula fotovoltaica) 200 vezes mais fina que um pêlo. A nanotecnologia será responsável por processos revolucionários e de impacto na engenharia de tecidos orgânicos; no mundo das imagens médicas; na indústria têxtil; na fotônica; na eletrônica; na indústria automotiva; na cosmética; na purificação de águas; nos isolamentos térmicos; na conversão de energia; nas interfaces eletro neurais; e em novas formas de aplicação ou administração de medicamentos.

A nanotecnologia - manipulação da matéria em escala atômica para desenvolver novos materiais - é um setor que deve movimentar cerca de US$ 2 trilhões em 2012, e a China está determinada a conquistar o maior pedaço desse mercado. O investimento da China em nanotecnologia já ultrapassou o de qualquer outro país depois dos Estados Unidos. Desde 1999, os gastos da China em pesquisa e desenvolvimento subiram mais de 20% por ano. Um incentivo maior veio do pacote de estímulo de US$ 585 bilhões, anunciado pelo governo este ano, que destinou US$ 17,5 bilhões para as atividades de P&D. Recentemente, pesquisadores chineses desenvolveram um alto-falante com um milímetro de espessura a roupas que monitoram a saúde. A superbanda larga, que já está disponível no Brasil, permite entrar num mundo no qual a TV, a internet e o cinema são uma coisa só. Por enquanto, a oferta dos 100 Mbps é restrita e custa caro. Mas, como tudo no mundo digital, a tendência dos preços é derreter. No Japão já é normal o uso de 1.000 Mbps. A NET está realizando testes em alguns bairros paulistanos e cariocas com redes de 60 Mbps, mas que podem atingir 300 Mbps. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamentou no dia 13/04/2009 a internet banda larga que poderá chegar à sua empresa e a sua casa de um jeito muito fácil: pela tomada de luz. A velocidade de conexão desse tipo de tecnologia já começa com 20 megabits por segundo (Mbps) e os equipamentos de segunda geração alcançam incríveis 200 Mbps. Embora a 3G ainda esteja em fase de maturação no mundo, começando a oferecer velocidades entre 3,6 e 7,2 Mbps, com a tecnologia High Speed Packet Access (HSPA), já surgem avanços experimentais com velocidades muito maiores, que vão a 50, 100 ou mais Mbps. Diversas empresas já fizeram demonstrações de transmissão em velocidades de até 300 Mbps, com o uso da tecnologia LTE, do inglês Long Term Evolution. Na prática, 300 Mbps significam a possibilidade de transmissão de até 15 canais de TV digital de alta definição, entre muitos outros serviços, via celular 4G. A IBM projeta construir até 2013 o Kittyhawk, super-computador da próxima geração, a ser instalado sobre uma plataforma mundial que poderá hospedar praticamente toda a Internet do planeta. Ao seu lado, o maior supercomputador atual, o Blue Gene/P, da própria IBM, parecerá um brinquedo.

É senso comum que nos próximos 2 ou 3 anos a comunicação com fio, em todos os níveis, será coisa do passado e que a transmissão por banda ultra larga e por microondas pelo sistema WiMax irá criar uma enorme revolução nos sistemas de comunicação de alta velocidade. Algumas perguntas que os empresários se poderiam fazer hoje seriam:

Como essas e outras novas tecnologias poderão impactar o mercado?

Como elas poderão alterar o seu segmento? Como essa revolução poderá mudar o comportamento das pessoas, e que novas necessidades surgirão e que ainda não estão sendo satisfeitas por ninguém? 

Que novas oportunidades essas novas tecnologias de miniaturização e de comunica­ção ultraveloz e eficiente poderão trazer para as suas empresas? O que se poderá fazer de diferente e que ninguém ainda está fazendo e que poderá ser relevante para o mercado a um preço compatível?

A escrita chinesa é baseada em símbolos gráficos que traduzem uma idéia completa, daí serem conhecidos como ideogramas ou ‘idéias em gráficos’. O ideograma chinês é chamado de ‘kiki’ e corresponde a idéia de ‘crise’. Como você pode observar, o kiki é formado por 2 ideogramas:

1. O primeiro significa “perigo, lugar perigoso, momento de perigo”, etc. 

2. O segundo significa “oportunidade”. Por sua vez, o ideograma da oportunidadetambém é formado por 2 outros:

1. O primeirorepresenta a árvore e significa “estrutura”, “organização” e “trabalho”.

2. O segundo transmite a idéia de “ação”e “realização”.

Analisando o ideograma ‘kiki’ podemos inferir que no perigo também estão as oportunidades. Mas que a oportunidade é o resultado da ação e da realização de um trabalho organizado e estruturado. Se analisarmos bem, os chineses são bastante sábios, pelo menos em relação ao conceito de crise. Afinal, as pessoas têm problemas e sabem que para resolvê-los precisam pagar pela solução.

Assim, onde houver um problema, também haverá uma oportunidade de se ganhar dinheiro, desde que se encontre uma solução lucrativa a um preço compatível com o tama­nho do problema. E, o que não falta nos períodos de transição é muitos e grandes problemas a espera de muitas e grandes solu­ções!

Professor Faccin

Os produtos sem fio CDVI oferecem a melhor opção para as suas necessidades

25 de setembro de 2009 No comments »

cdviOs produtos CDVI oferecem qualidade e tecnologia de ponta.

 Os novos produtos sem fio CDVI (433MHZ) são a solução perfeita para muitas aplicações tais como: portões de estacionamentos e garagens, portas para pessoas com deficiências ou qualquer dispositivo que possa ser ativado à distância.

Os transmissores CDVI possuem longo alcance, de até 250m, são pouco suscetíveis a ‘bloqueios’ por interferência, e demonstram extrema eficiência em qualquer situação. Sua tecnologia garante uma transmissão ultrasegura.

Mini transmissores de dois canais:

 - construção “robusta”

 - alcance de até 200 metros

 - utiliza duas baterias de litium 26bit  opcional CDVI ou HID com dispositivo de aviso de proximidade interno

 Transmissores de 2 e 4 canais:

- ergonômico

- design com estilo e durabilidade

- alcance de até 250 metros

- utiliza uma bateria de litium de 12V

- 26bit opcional CDVI ou HID com dispositivo de  aviso de proximidade interno

Você já conhece o Sistema Imperial?

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v32-mod1

O sistema Imperial foi desenvolvido para oferecer integração de automação residencial com funções de gerenciamento de energia, controle de acesso e segurança.

Baseado no sistema de segurança EVO, o sistema Imperial garante segurança para até 32 partições separadas, usando até 384 zonas.

Todos os módulos de controle são totalmente atualizáveis através da comunicação bus, resultando em uma instalação que poupa espaço e possui uma excelente apresentação visual.

O sistema Imperial é gerenciado pelo controle principal V32, que possui comunicação bus encriptada. Esta comunicação é chamada Multibus, e demonstra confiabilidade e segurança em uma independente comunicação RS-485, para expansão de controle de acesso. Até 511 módulos podem ser conectados na linha bus de multi-velocidade.

O firmware de todos os módulos é conectado a linha bus e atualizado via comunicação rápida, através da internet. A tecnologia de encriptação avançada é oferecida no V32 devido a conexão TCP/IP embutida com gerenciamento de senha avançado, o que permite que o sistema envie um e-mail ou SMS, sempre que reconhecer uma tentativa não autorizada de conexão.

O sistema de automação residencial MAMA oferece total controle on/off de dispositivos AC e DC, como luzes, motores, e aquecedores, entre muitos outros. Todo o controle de saída do MAMA pode ser acompanhado manualmente, ou guiado por um comando, que pode ser ativado por evento, horário, entrada de sensor ou função de gerenciamento de energia. Independente do resto do sistema, o controle de acesso da Imperial garante operação ininterrupta contra falhas. Com capacidade para 64 portas e 1.000 cartões, ele possui tempo de resposta ultra-rápido. O poderoso software Babyware permite programação, controle e monitoramento do local.

O controle principal V32 é o banco de dados servidor, que faz a recuperação dos dados rapidamente, sem a necessidade de um PC. Algumas funções incluem conexões de múltiplos usuários, gerenciamento de múltiplas contas, mapeamento do sistema, entre outras.

 

Conheça o novo DVR Veicular da TecVoz

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dvr-veicular1O MDVR-X11 é o novo DVR veicular TecVoz com tecnologia H.264, que fornece uma completa solução para segurança móvel.

O MDVR- X11 inclui o software cliente, capaz de monitorar on line, via transmissão 3G/EDGE/CDMA/WiFi, os veículos, oferecendo o recurso GPS e sistema de amortecimento do HDD. A gravação das imagens é feita em SSD, HD (tipo notebook) ou memória SD, com sistema de amortecimento, à prova de vibração ou choque mecânico. Possui ainda, gerenciamento inteligente dos dispositivos de armazenamento, permitindo ao usuário o acompanhamento da porcentagem de gravação e da taxa de ocupação nos mesmos.

Toda a interface gráfica ao usuário é oferecida em Português, fornecendo facilidade no entendimento e na configuração do sistema.

Softwares Externos

O conjunto de software de monitoramento TecVoz permite monitorar vários MDVR simultaneamente em tempo real, criando um sistema completo de gerenciamento de segurança móvel.

Com o software de monitoramento TecVoz, o usuário poderá observar dados como, data e hora, tensão da bateria, localização do veículo através de mapa, informações de velocidade do veículo, identificação do equipamento e automóvel, informações de alarme e sensores, entre outras funções. Além de tudo isso, é possível a qualquer instante de tempo a consulta on line das gravações das imagens, dos registros de eventos e, conta ainda, com a função Auto Download, capaz de fazer backup remoto das gravações existentes em cada MDVR.

Complementa o conjunto, o software de Análise de gravação, com o qual, o usuário poderá reproduzir as imagens que foram gravadas e acompanhar graficamente a análise de gravação feita durante todo o trajeto do veículo.

Clique no link abaixo para ver o produto no site da GSN Brasil:

www.gsnbrasil.com.br/loja/index.asp?secao=3&categoria=29&subcategoria=0&id=508

Dica de segurança: fique atento a uma nova modalidade de assalto

23 de setembro de 2009 No comments »

Fique atento! Uma nova modalidade de assalto vem assustando os motoristas!

Imagine que você vai para o seu carro que deixou estacionado. Abre a porta, entra, tranca as portas para ficar em segurança e liga o motor. Você não faz sempre assim?

Entretanto, olhando pelo espelho interno, você vê uma folha de papel no vidro traseiro, que te bloqueia a visão. Então, naturalmente, irritado com quem colocou um maldito anúncio no seu vidro traseiro, você põe o carro em ponto morto, puxa o freio de mão, abre a porta e sai do carro para tirar o papel, ou o que quer que seja que esteja bloqueando a sua visão.

Quando chega na parte de trás, aparece o ladrão, vindo do nada, lhe rende, entra e leva o seu automóvel com a chave na ignição, o motor que estava ligado (se tiver bloqueador já vai estar liberado), com a sua carteira, documentos e o que mais houver lá.

Assim, se houver alguma coisa bloqueando a sua visão, não desça do carro. Arranque o seu veículo usando os espelhos retrovisores externos, espere e desça em outro local, mais à frente, com total segurança.

Greve de vendedores paralisa o Brasil!

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Outro dia, ao ligar a televisão à noite, deparei-me com o casal William Bonner e Fátima Bernardes, noticiando no Jornal da Record: Greve de vendedores paralisa o comércio e compromete o abastecimento de famílias e empresas brasileiras! Vendedores cruzam os braços em prol de aumento e reivindicam perdas acumuladas nos últimos anos. A tropa de choque da polícia, armada com gás lacrimogêneo, spray de pimenta e cassetetes, já está a postos para reprimir os protestos e o conflito será inevitável…

Só então, ao acordar assustado, percebi que toda essa cena não passava de um sonho (ou pesadelo). O pior é que eu não sabia o que tinha me assustado mais: ver o casal 20 do jornalismo brasileiro na TV Record, ou presenciar, pela primeira vez em minha vida, uma greve de vendedores. Nem preciso dizer que não consegui mais dormir e passei a noite em claro pensando o porquê de até hoje nunca ter visto uma greve de vendedores. E você? Já viu alguma? Já parou para pensar por que não há greve de vendedores?

 Veja se você consegue imaginar a cena que me fez perder o sono. Vários vendedores gritando em uníssono: “Queremos aumento! Queremos aumento!”. Um piquete formado e cartazes com as seguintes frases: VENDEDORES UNIDOS jamais serão vencidos! Por uma COMISSÃO MAIOR! Diga NÃO AO DESCONTO! Estabilidade JÁ! Abaixo à DISCRIMINAÇÃO! Queremos MAIS BRINDES! MAIS COMBUSTÍVEL! Sem falar em imagens de São Ficário (padroeiro dos vendedores lojistas), São Tiago (padroeiro dos vendedores de sapatos) e até “Padim Cícero” sendo erguidas como armas contra os policiais. Uma fogueira de contracheques e contas a pagar sendo queimadas em barricadas…

 Meu amigo, acredito que você nunca a tenha visto e, provavelmente, nunca vai vê-la. Mas se você já viu alguma greve nacional de vendedores, por favor, avise-me e me envie a reportagem, pois não me lembro de nehuma.

 Em primeiro lugar, vendedor comissionado é uma das poucas profissões onde você tem influência direta e imediata sobre seu salário. Ou seja, o funcionário diz quanto quer ganhar no final do mês e corre atrás. Quem quer ganhar mais tem que trabalhar mais. Simples! Acordar mais cedo, dormir mais tarde, cair em campo e intensificar os esforços. Quem quer ganhar mais deve investir em mais competência, aprimoramento constante, relacionamento, atitude e atendimento excelente.

 Em segundo lugar, não faltam empregos para vendedores competentes. Ao contrário, as empresas disputam esse profissional. O vendedor que fica sempre na última posição do ranking de vendas não pode culpar o mercado, pois na mesma empresa o líder em vendas goza de salários e comissões generosas. Ele troca de carro, casa, roupa, celular, penteado, esposa (marido), viaja todos os anos… Dinheiro não é problema para vendedores campeões. O problema desses vendedores é dar conta de tantos clientes que ligam procurando seus produtos e serviços.

 Em terceiro lugar, todos sabem que devem procurar servir e trabalhar mais se quiserem ganhar mais. Não tem para onde correr. Quem quer mais contratos tem que desenvolver mais contatos. Vender gera comissão. Mas ajudar e servir às pessoas gera clientes e fãs. Mesmo quando o vendedor está na empresa errada, vendendo o produto errado, ainda pode apresentar um grande resultado e ser contratado por outra melhor e maior. Vendedor competente não precisa competir por emprego, pois já competiu e conquistou muitos clientes e renome no mercado.

 Em quarto lugar, quem não nasceu para ser vendedor, não dura muito no emprego, pois é o primeiro a pedir demissão e dificilmente volta a trabalhar como vendedor. Então, não tem mesmo muito do que reclamar. É pegar o chapéu e se mandar. “PEDE PRA SAIR ZERO DOIS!” – dirão alguns gerentes Nascimentos. A pressão é muito forte por resultados. O tempo é curto. A concorrência é devastadora. A pressão pelo preço baixo é diária. Sem falar na família para criar, contas atrasadas, ex-mullher, ex-marido, carro detonado, pensão alimentícia…

 Em quinto lugar, dificilmente veremos vendedores paralisarem as visitas e propostas para ficarem fazendo piquetes pelo aumento de salário e comissão. Eles sabem que mesmo uma comissão pequena pode produzir muito dinheiro, no final do mês, se o montante vendido for muito alto. Greve de vendedores não, mas de competência eu já vi várias na área de vendas.

 

Por último, muitos vendedores já sabem que tem alguns vendedores espertos só esperando uma paralisação para visitar os clientes da concorrência e vender mais. Pense numa classe desunida! Realizo treinamentos nos sindicatos para vendedores e já ouvi várias vezes de alguns vendedores que não foram ao evento: “Aproveitei que toda minha concorrência estava no seu curso durante todo o dia e visitei o dobro de pessoas para vender mais”. Dá para acreditar que um cara desses vai fazer piquete e enfrentar uma tropa de choque?

 Portanto, amigo, se você está insatisfeito com seus resultados de vendas, comece desde já a desenvolver mais competência, ler mais livros, fazer cursos, investir em networking, servir mais às pessoas e, principalmente, a solucionar os problemas de seus clientes. Aprenda com os campeões em vendas, que jamais perderão tempo fazendo greves. Ou então, “PEDE PRA SAIR!” Afinal, é mais fácil você ver William Bonner e Fátima Bernardes na TV Record do que uma greve nacional de vendedores.

Por Marcos Sousa

Preço X valor, e a questão da venda de intangíveis.

14 de setembro de 2009 No comments »

dinheiroÉ fato que a maior parte das empresas tem atualmente redirecionado seus esforços para áreas críticas como Marketing e Vendas .

Neste sentido , o treinamento das equipes de vendas tem servido como ferramenta indispensável para construir competências necessárias para ampliar o “diferencial” de mercado , relativamente aos competidores .

Com a experiência de mais de 10 anos atuando como consultor de diversas organizações ,pude constatar a enorme dificuldade dos profissionais de vendas em fugir da tradicional armadilha do preço , imputando mesmo o insucesso de suas prospecções a essa questão .

Para entendermos melhor esta questão ,vamos citar a frase cunhada por Warren Buffet “O preço é o que você paga . O valor é o que você leva”. O ponto tanto sutil quanto óbvio é que o valor é definido não pelo que a organização faz, mas pelos clientes que adquirem seus bens e serviços . O valor ,então , não apenas assume diversas formas , mas se materializa por meio de diversas fontes : Utilidade do produto , da sua qualidade , da imagem resultante da publicidade e promoção , da sua disponibilidade (distribuição), dos serviços fornecidos com ele.

Para definir o preço de alguma coisa é preciso analisar o valor daquele produto ou serviço, do ponto de vista do possível comprador. Se a percepção dele registra valor irrelevante, o preço será necessariamente baixo. Portanto, se quisermos obter um preço melhor por aquele bem, será necessário procurar outro comprador ou encontrar meios de alterar a percepção de valor daquele cliente em relação ao que colocamos à venda.

Definir o preço apenas com base nos custos de produção e comercialização é um erro, pois se, por um lado, o custo serve para definir o preço mínimo para não vender com prejuízo, por outro lado não leva em conta a percepção do cliente, que pode atribuir àquele objeto um valor muito maior. Seria mais ou menos como vender um BMW pelo custo das matérias primas utilizadas e dos custos de fabricação e horas de trabalho dos operários – mais a comissão do canal de distribuição , naturalmente.

Em verdade , o que vemos é o produto acabado alcançar um preço algumas centenas de vezes maior do que o custo. Como podemos alterar a percepção de valor do cliente? Introduzindo mudanças – materiais ou conceituais – que criem novos significados ou aplicações daquele produto ou serviço para o cliente.

Sob este aspecto ,vale notar ,que já vivemos numa economia de serviços , onde mesmo quando o que está a venda é um produto , são os serviços que induzem a decisão de compra . Entretanto serviços são intangíveis , e vender o invisível é mais difícil pois enquanto produtos são fabricados e usados ,com transferência de propriedade , serviços são oferecidos e experimentados ,estabelecendo e promovendo ligações entre as pessoas.

Como na maioria das vezes , o que vendemos hoje em dia é algum tipo de serviço , o caminho para o sucesso é descobrir que o preço é uma das chaves que o cliente ou prospect avalia para saber se algo é bom (as outras chaves são marca , embalagem e relacionamento) . Não é por acaso que os vendedores mais experientes nunca sugerem que algo tem preço baixo quando o objetivo é passar a mensagem de que o serviço oferecido tem qualidade .

De fato , o insight sobre o valor dos serviços passa pela compreensão da mudança dos conceitos de eficiência e eficácia. O primeiro , significa o fazer as coisas certas sob a perspectiva do desempenho , da produção / produto; a segunda, é fazer as coisas certas valorizadas pelo cliente , de acordo com suas necessidades e expectativas .

Uma segunda consequência principal do pensamento da criação de valor através de prestação de serviços é que a palavra-chave é “importância”, haja visto que é essencial que o fornecedor faça com que seus clientes se sintam importantes para a empresa e o negócio dele , e que acenem com a visão de construção de relacionamento duradouro . As técnicas de serviço para ter um relacionamento perene com os clientes passam pela afinidade natural , a velocidade , o expertise aparente ,o espírito de comprometimento ,a capacidade de oferecer uma solução completa , o uso de palavras mágicas e a dedicação .

Por Claudio Goldberg

Motivando as equipes

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equipeEu penso que uma das tarefas mais difíceis dos líderes, gestores e administradores é conseguir motivar sua equipe de trabalho.

Transformar pensamentos rebeldes, antigos, unilaterais em atitudes vencedoras é coisa muito complicada e muitas vezes pouco valorizada pelas organizações.

O líder motivador deve ser uma alma inquieta.

Alguém que nunca esteja satisfeito, que sempre queira mais e melhor.

Alguém que não se abale diante as resistências.

Para motivar é preciso conhecimento. Conhecer as pessoas, suas necessidades, seus anseios, o que as desafia, o que as agrada. Simplesmente isso não torna ninguém um motivador, a questão está em que maneira e de que forma o que se oferece atende às expectativas do(s) motivado(s).
Superar as expectativas dos motivados de forma contínua. Veja se não é tarefa das mais difíceis que existe?

Você deve estar pensando que nunca vai conseguir, porém as grandes caminhadas se fazem de um passo de cada vez. Comece conhecendo sua equipe, faça perguntas, preste atenção no dia-a-dia e com certeza você terá informações valiosas sobre caráter, gênio, particularidades, comprometimento, humor.

Depois, monte um perfil de cada membro, com suas qualidades, pontos fracos, pontos fortes e o que o faz dar o melhor de si. A partir daqui você vai começar a trabalhar com os incentivos e objetivos a serem alcançados.

Sempre será um desafio encontrar o equilíbrio entre : eficiência X remuneração e resultados X motivação, mas é justamente neste meio que nós líderes devemos utilizar de nossos truques e armas para manter a equipe motivada e produtiva.

Por Simone Castilho