Archive for the ‘Comunicação’ Category

Não deixem o bastão cair!

setembro 11th, 2009

Muitos autores, consultores e empresários costumam fazer analogias entre o mundo corporativo e os esportes. Capitão, equipe, líder, recordes são alguns dos termos comumente usados em corredores e salas de reunião das empresas. Não é à toa que vários esportistas campeões, técnicos de times ou atletas olímpicos se tornaram palestrantes e estão levando às empresas e colaboradores suas experiências e estratégias vencedoras.

Qual empresário não gostaria de conquistar o que o Bernardinho e sua equipe já conquistaram? Quantos gerentes não gostariam de erguer um troféu de campeão? E quantos trabalhadores não gostariam de ganhar tanto quanto o “fenômeno”? Pensando em qual modalidade de esporte seria um modelo perfeito para uma empresa, e em quais estratégias esportivas poderíamos nos inspirar, cheguei às seguintes conclusões:

A grande maioria das empresas possui mais de um funcionário. Então, no mínimo, deveríamos compará-la a uma dupla de tênis ou vôlei de praia. Embora muitos funcionários achem que estão disputando o campeonato individualmente, a empresa deve ser comparada a um esporte coletivo. Então, não temos UM funcionário. Temos UMA EQUIPE DE COLABORADORES. E funcionário que pensa somente no individual não funciona para a empresa, nem para os clientes. Ninguém alcança sucesso sem ajuda de outras pessoas.

Mas, qual modalidade esportivo-coletiva serviria como analogia perfeita para uma empresa ideal? Na minha humilde opinião, uma equipe de corrida de revezamento. Por quê? Em primeiro lugar, todos devem dar o melhor de si para a equipe ganhar. Se um não corresponder ou parar no meio da raia, todos perdem. Não ganha a equipe que tem o melhor velocista, mas aquela que tem o melhor CONJUNTO DE VELOCISTAS. O que sua empresa precisa, e seus clientes esperam, é uma equipe recordista.

Nenhuma equipe chega muito longe dependendo apenas de uma pessoa, por mais genial ou competente que ela seja. Enquanto a maioria não estiver PREPARADA, MOTIVADA, COMPROMETIDA e DETERMINADA, não teremos uma EQUIPE VENCEDORA. Pouco adiantaria colocar Usain Bolt (recordista mundial dos 100 metros) numa equipe de revezamento com corredores “tartarugas”. Uma empresa não é um indivíduo, divisão ou repartição. Ela é um TODO! Usain Bolt é único, mas não é tudo.

Em segundo lugar, como o próprio nome diz, a corrida é de reVEZamento, ou seja, cada um terá sua vez para empunhar o bastão, correr o máximo que puder e entregá-lo na mão do companheiro. Todos são responsáveis pela posse e condução do bastão e devem dedicar máxima atenção possível para que ele não caia. Quem é o bastão? Advinha! O cliente, claro! E o que significaria essa atenção e cuidado especial? Isso! ATENDIMENTO EXCELENTE.

Terceiro lugar, em toda corrida de revezamento existe um espaço para a passagem do bastão. Ou seja, ninguém deve passar adiante o cliente (bastão) nem tão rápido (sem prestar o mínimo atendimento), nem tão tarde (atrasar o atendimento). Assim como você não vê um atleta arremessando um bastão para o próximo corredor, um cliente jamais deve ser jogado, como batata quente, sem ter seu problema resolvido, ou necessidade atendida.

Em quarto lugar, vocês já devem ter observado que numa corrida de revezamento um corredor jamais espera o bastão parado. Quando percebe que o bastão se aproxima, o atleta começa a correr para não comprometer o resultado. Ou seja, ANTECIPAÇÃO, PRÓ-ATIVIDADE! E o que acontece quando o bastão chega a sua mão? Ele acelera ainda mais para garantir a liderança ou para conquistar posições - VANTAGEM COMPETITIVA!

Finalmente, o que acontece quando o bastão cai (perda de clientes)? A equipe sofre e perde posições, pois não consegue voltar para pegar o bastão e ainda acompanhar os concorrentes. Tampouco adianta alguma equipe tentar invadir a raia do adversário ou passar o bastão fora da área reservada. Qualquer atitude antiética é devidamente punida pelos fiscais de prova. Quem são os fiscais das empresas? Clientes, PROCON, Imprensa, Ministério Público, internet, propaganda boca a boca…

Resumindo, desde o primeiro que larga até o último que cruza a linha de chegada, desde o vendedor ao estoquista, da recepcionista ao diretor da empresa, não importa a posição nesse revezamento, todos têm sua vez e devem dar o máximo de si mesmos, além de não deixar o bastão cair – comprometer o atendimento e perder o cliente. Diferentemente do atletismo, seus concorrentes poderão pegar todos os bastões que você deixar cair pelo caminho. No final das contas, embora o bastão pareça um detalhe ele é a razão de toda a corrida.

Por Marcos Souza

Qualidade total

setembro 8th, 2009

Você já participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?

É bem possível que você tenha respondido que sim, e que lhe foi muito útil.

Geralmente as orientações visam a melhoria da qualidade do serviço, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indivíduo.

Caso tenha interesse, aí vão algumas dicas que favorecem a qualidade total.

Ao acordar, não permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agradável e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.

Pensar positivo é qualidade.

Ao entrar no prédio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que não seja seu amigo ou colega.

Ser educado é qualidade.

Seja metódico ao abrir seu armário, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas notícias de ontem e os compromissos de hoje.

Ser organizado é qualidade.

Não se deixe envolver pela primeira informação de erro recebida de quem talvez não saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.

Ser cauteloso é qualidade.

Use os equipamentos e os materiais da empresa com moderação e sem desperdícios.

Respeitar as coisas alheias é qualidade.

Quando alguém lhe buscar tente adiar sua própria tarefa, pois quem veio lhe procurar deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em você. Esse alguém ficará feliz pelo auxílio que você lhe der.

Ser atencioso é qualidade.

Não deixe de se alimentar na hora do almoço, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades físicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se você adoecer, dezenas de tarefas terão que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabarão por sobrecarregar seu colega.

Respeitar a saúde é qualidade.

Dentro do possível, procure organizar sua agenda para os próximos 10 dias. Não fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que você afetará o horário de vários colegas.

Cumprir o combinado é qualidade.

Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasião, principalmente suas idéias e divulgue-as sem receio. O máximo que pode ocorrer é não serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou três meses, você tenha nova chance de mostrar que estava com a razão. Saiba esperar.

Ter paciência é qualidade.

Não prometa o que está além das suas possibilidades só para impressionar quem lhe ouve. Se você não cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.

Falar a verdade é qualidade.

Na saída do trabalho, esqueça-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a família ou os amigos que lhe dão segurança para desenvolver suas tarefas com equilíbrio.

Amar a família e os amigos é a maior das qualidades.

Pense nisso!

A qualidade não se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho também é fator importante de qualidade.

Respeitar as diferenças, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral, é ter qualidade.

Para alcançarmos a qualidade total é preciso considerar, além da nossa qualificação profissional, também o nosso aperfeiçoamento moral.

Pensemos nisso!

“Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela….”

Uma marca de sucesso não é importante somente para o cliente, mas também para o funcionário

agosto 12th, 2009

Quando pensamos em marcas de sucesso, imediatamente relacionamos esse benefício ao cliente, mas para os funcionários, fazer parte de uma equipe de sucesso também é um fator importantíssimo.

              

Carregar no peito, um crachá que representa uma marca de destaque no mercado, como a GSN Brasil, agrega valor ao profissional e se torna fonte de orgulho motivacional. A partir do momento em que ele se sente peça da empresa, da qual, sempre sonhou fazer parte, ele passa a trabalhar mais feliz e satisfeito, por ter alcançado esse lugar privilegiado.

 

Outro ponto importante, é que empresas renomadas possuem os melhores quadros de colaboradores. Isso nos dá a certeza de que temos conosco, uma equipe de grande capacidade. Uma marca de sucesso atrai milhares de profissionais interessados, o que dá a ela, o direito de escolher quem vestirá a camisa e os ideais da companhia, com orgulho.

 

Pesquisas comprovam que as grandes empresas, garantem boa parte de seu prestígio à famosa propaganda “boca a boca”. Cada funcionário satisfeito é capaz de espalhar a sua satisfação, para em média, 30 pessoas, o que garante uma disseminação positiva do nome e do conceito da empresa para centenas de pessoas.

 

E é exatamente isso que gostaríamos de passar para os nossos clientes e colaboradores. O sucesso da marca GSN Brasil, traz inúmeros benefícios a seus clientes, mas traz vantagens ainda maiores para aqueles que ajudam a construir esse nome de sucesso no mercado de segurança eletrônica brasileiro.

 

Serviço e atendimento de qualidade é bom para a empresa e melhor ainda para seus colaboradores que têm a oportunidade de carregar no peito, um crachá que abre as portas para o sucesso.

De 17 a 21 de agosto teremos treinamentos voltados para os novos produtos da GSN Brasil.

agosto 10th, 2009

Quando o assunto é segurança eletrônica, a GSN Brasil oferece o que há de melhor no mercado. Mas, acreditamos, que não basta apenas oferecer qualidade, mas também treinamento aos nossos colaboradores, para que assim possam apresentar da melhor maneira possível todas as facilidades que nossos produtos oferecem.

 

Na próxima semana, do dia 17 ao dia 21 de agosto, teremos treinamentos voltados para os novos produtos da GSN Brasil.  

Acompanhem as datas:

 

17, 18 e 19 de agosto (seg / ter/ qua) - Treinamento Imperial

 

20 de agosto (qui) – Treinamento MCDI. Novas centrais de monitoramento.

 

21 de agosto (sex) – Central de Incêndio GE

 

 

Esse treinamento será ministrado para a equipe GSN Brasil e tão logo retornem as suas unidades os treinamentos serão oferecidos dentro da grade de treinamento local.

 

Prêmio Marca Brasil

agosto 6th, 2009

A GSN Recebeu a comunicação da eleição de nossas Marcas como as mais reconhecidas do mercado.

Agradecemos a nossos clientes, parceiros, colaboradores e também a nossos fornecedores pelo feito.

Também neste ano, a GSN foi eleita como a MELHOR EMPRESA DE TREINAMENTO, fruto de nossa constante busca em aperfeiçoar o qualidade do trabalho efetuado junto a nossos equipamentos.

Obrigado a todos os eleitores pela lembrança e confiança.

ALARME – PARADOX

CÂMERAS – TECVOZ

CARTÕES DE PROXIMIDADE – CDVI

CENTRAIS DE MONITORAMENTO – MCDI

EMPRESA DE TREINAMENTO – GSN BRASIL

LEITORES DE ACESSO – CDVI

SENSORES – PARADOX

SISTEMAS DE CFTV – TECVOZ

SOFTWARES - MCDI

“ Zona de Conforto.”

julho 31st, 2009

Abreu fechou a porta da sala, certificou-se que não tinha ninguém olhando, e deu um soco na parede. A Mao doeu bastante, ele quis gritar mas, agüentou a dor.

Mais dois murros. Calma, mais um pouco os ossos quebram, pensou.

Era isso ou ir chorar no banheiro. Não suportava mais. Fracasso em cima de fracasso nas ultimas três semanas, coisa nova para ele. Tinha que fazer alguma coisa. Fugir, voltar para a sua zona de conforto, apenas agora entendera o significado dessa expressão.

No outro dia chamou o seu chefe e disse: - Não agüento mais  - Desabafou.

- Quero voltar. Não nasci para liderar, meu negocio é continuar técnico.Sou um Gerente de Projetos medíocre, mas era muito bom na minha função anterior. Sinto que não estou contribuindo para a empresa como poderia.

É difícil argumentar com alguém nessa situação. Entre perder um bom funcionário porque ele não esta satisfeito com o que está fazendo  ou realocá-lo para sua antiga função, a resposta é óbvia.   E foi o que o chefe e o RH concordaram em fazer. Pediram apenas algumas semanas para arranjarem outra pessoa para a função, o que Abreu achou perfeitamente razoável. E o simples fato de uma mudança no horizonte próximo já o fez sentir-se melhor. Mas então, veio a tempestade, uma mudança organizacional. Dois dias depois ele estava com um novo chefe e a pessoa do RH havia deixado a empresa. Ainda que o novo Gerente parecesse um sujeito legal ele não entendei muito do negocio e estava chegando novo no setor, precisando de todo o suporte disponível. E o segundo em comando naquela organização era justamente o nosso amigo Abreu, ansioso por abandonar o barco e voltar para sua posição técnica. Ele levou duas semanas para criar coragem e falar com o novo chefe a respeito. Mas quando finalmente conseguiu, a conversa foi mais ou menos assim. – Olha, não sei se você está a par, mas combinei com o meu antigo chefe que estaria voltando a posição anterior. Comecei gerente de projeto há pouco mais de um mês e estou apanhando feito bicho. Não sou gerente de projetos, mas era um bom desenvolvedor. Quero voltar a fazer o que fazia antes …  O novo gerente deixou Abreu falar, normalmente ele falava muito rápido, mas também sabia ouvir, coisa que Abreu achava raro nos gerentes da empresa. – Olha, nos conhecemos a pouco, mas até agora não tenho reclamação nenhuma do seu trabalho. Talvez você esteja exagerando ou seja muito exigente consigo mesmo, o fato é que não vejo razão nenhuma para a mudança. – Mas … – Tentou contra-argumentar. – Ok, entendo o teu ponto, mas preciso de ajuda aqui também. Vamos fazer o seguinte. Me dá  um mês , só mais um mês eu te peço. E se nesse meio tempo você mudar de idéia tudo bem, mas preciso do seu suporte por quanto tempo você agüentar, pelo menos até eu conseguir tocar as coisas sozinho. Ninguém conhece o setor melhor do que tu.Era uma proposta justa, mais um mês.

– Tudo bem.

Incrivelmente o mês virou dois, que viraram seis. A verdade é que o trabalho tornou-se tão desafiador e ele estava aprendendo tanta coisa que o desconforto de não ter controle ficou em segundo plano. Depois de um tempo, percebeu que havia encontrado o seu caminho através de uma rota que jamais imaginara para si. O que mudou? Até hoje Abreu não sabe explicar ao certo, mas com certeza o fato de ter alguém apostando todas as  fichas em você fez toda a diferença…  

Pense nisso, pois, iniciar é preciso, mas algo só termina quando acaba.

Texto extraído de Juarez Polleto – Mestre pela Federal do Rio Grande do Sul e vem trabalhando Tecnologia no Brasil e no Exterior nos últimos 12 anos.